São estudantes, desportistas e diversos profissionais, entre mulheres, jovens, crianças e até pessoas de uma idade um pouco mais avançada. Em Campo Mourão, um grupo de mais de 100 pessoas, todas as terças, quintas-feiras e sábados, se reúne, sempre nos fins de tarde, para uma “pedalada”. Sim, mas não é aquele lance do futebol em que um atleta profere uma série de dribles “insinuantes” sobre seu adversário, mas sim, andar de bicicleta, propriamente dizendo.
Vale ressaltar que todos vão equipados, com lanternas nas bicicletas, luvas, cantis para água e até os famosos "kamelbacks", uma espécie de mochila, que além de carregar utilidades durante o percurso, tem capacidade para levar água, ou algum outro liquido, como isotônicos, por exemplo, que são ingeridos durante o percurso por uma "mangueirinha", uma espécie de uma sonda, que leva o liquido a boca, e sua passagem de liquido pode ser controlada pelos bikers através de dispositivos práticos acoplados na extremidade externa do "compartimento".
Atitude Humana
Durante uma dessas “pedaladas”, em meio a uma plantação de soja, o grupo encontrou um “cãozinho” abandonado, já trêmulo e em situação de desespero. Foi aí que um dos participantes, Rubens Lopes, teve a ideia de pegar o “animalzinho” em seus braços e levá-lo a uma propriedade rural próxima, para que o mesmo pudesse ser recebido e tivesse um lar para morar.
“Lembrei que tinha um amigo que tinha um sítio aqui próximo, e levei para ele com objetivo de encontrar um lar para o cachorrinho, e felizmente, acabei encontrando uma nova casa para quem se encontrava em abandono”, destaca Rubens.
Cooperação e Recomendações
Os participantes estão sempre prontos a ajudar uns aos outros, colaborando principalmente com os iniciantes, a maioria pela experiência que já possuem com o “pedal”. Durante o percurso são repassadas diversas informações, que podem ajudar muito os participantes, em termos de segurança e também para se sentir mais a vontade no “passeio”. Além disto, quando acontece de furar um pneu, ocorrer algum defeito em algumas das “bikes” ou até mesmo acontecer um “tombo” inesperado, o socorro e a prestatividade dos participantes sempre acontece.
É o momento de uma caminhada (com a bicicleta), um passeio, a hora de contemplar também a natureza, e também de se fazer novos amigos. De acordo com os participantes mais experientes, deve-se tomar muita água, se alimentar antes de sair de casa, tomar muito cuidado com o asfalto, ou até mesmo a estrada de chão, para evitar quedas e maiores riscos à integridade física.
Uma das participantes, a médica Claudia Garcez, já com uma experiência de participações em outros grupos anteriormente, teve uma participação no Bike Vida, e acabou também passando algumas recomendações básicas aos participantes, como o uso, por exemplo, da “paçoquinha”, como alimento básico para a reposição de glicose. “Quando se pedala por uma longa distância, acabemos perdendo um pouco desta substância, e este alimento [a paçoca], é muito importante para a sua reposição durante o percurso”, destaca Claudia.
Vale ressaltar que outros alimentos que fazem a diferença no participante são a banana e a barra de cereal.
Trabalho em Equipe
Uma das maiores características desta ação, certamente é o trabalho em equipe, já que há um grande número de pessoas participantes. E toda força mútua é necessária, como já são citados alguns casos acima, pois em média, são 35 a 40 quilômetros de pedal. A maioria é iniciante, todos estão aprendendo a pedalar juntos, então, há a necessidade de se respeitar os limites de cada um.
Os participantes destacam que todos podem estar muito dispostos durante a pedalada, mas sempre deve se adotar o costume de ir perguntando ao colega ao lado como ele está se sentindo. Então, este espírito de união e companheirismo e fundamental para que tudo aconteça da melhor forma.
Diego Reis
COM/SEES
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Grupo de amigos durante o pedal. Fotos: Diogo Moura e Claudia Garcez |
O grupo, denominado “Bike Vida”, que foi idealizado pela educadora física Patricia Birkheuer e por Diogo Moura, com a participação e colaboração ativa da empresária Cleo Isabel Almeida Gomes, principalmente no que diz respeito ao suporte as "bikes", se reúne em frente a uma loja de artigos especializados para bicicletas da cidade, e logo após, sai, em grupo, passando, na maior parte do percurso, por estradas rurais, ganhando o ambiente do campo, podendo contemplar de forma clara e constante a natureza. “Comecei a participar recentemente, e hoje, além dos benefícios a saúde, sinto que é uma atividade muito interessante e recomendo para mais pessoas”, diz o músico Fernando Vinhote.
Vale ressaltar que todos vão equipados, com lanternas nas bicicletas, luvas, cantis para água e até os famosos "kamelbacks", uma espécie de mochila, que além de carregar utilidades durante o percurso, tem capacidade para levar água, ou algum outro liquido, como isotônicos, por exemplo, que são ingeridos durante o percurso por uma "mangueirinha", uma espécie de uma sonda, que leva o liquido a boca, e sua passagem de liquido pode ser controlada pelos bikers através de dispositivos práticos acoplados na extremidade externa do "compartimento".
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Grupo de amigos durante o pedal. Fotos: Diogo Moura e Claudia Garcez |
Atitude Humana
Durante uma dessas “pedaladas”, em meio a uma plantação de soja, o grupo encontrou um “cãozinho” abandonado, já trêmulo e em situação de desespero. Foi aí que um dos participantes, Rubens Lopes, teve a ideia de pegar o “animalzinho” em seus braços e levá-lo a uma propriedade rural próxima, para que o mesmo pudesse ser recebido e tivesse um lar para morar.
“Lembrei que tinha um amigo que tinha um sítio aqui próximo, e levei para ele com objetivo de encontrar um lar para o cachorrinho, e felizmente, acabei encontrando uma nova casa para quem se encontrava em abandono”, destaca Rubens.
Cooperação e Recomendações
Os participantes estão sempre prontos a ajudar uns aos outros, colaborando principalmente com os iniciantes, a maioria pela experiência que já possuem com o “pedal”. Durante o percurso são repassadas diversas informações, que podem ajudar muito os participantes, em termos de segurança e também para se sentir mais a vontade no “passeio”. Além disto, quando acontece de furar um pneu, ocorrer algum defeito em algumas das “bikes” ou até mesmo acontecer um “tombo” inesperado, o socorro e a prestatividade dos participantes sempre acontece.
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Grupo de amigos durante o pedal. Fotos: Diogo Moura e Claudia Garcez |
É o momento de uma caminhada (com a bicicleta), um passeio, a hora de contemplar também a natureza, e também de se fazer novos amigos. De acordo com os participantes mais experientes, deve-se tomar muita água, se alimentar antes de sair de casa, tomar muito cuidado com o asfalto, ou até mesmo a estrada de chão, para evitar quedas e maiores riscos à integridade física.
Uma das participantes, a médica Claudia Garcez, já com uma experiência de participações em outros grupos anteriormente, teve uma participação no Bike Vida, e acabou também passando algumas recomendações básicas aos participantes, como o uso, por exemplo, da “paçoquinha”, como alimento básico para a reposição de glicose. “Quando se pedala por uma longa distância, acabemos perdendo um pouco desta substância, e este alimento [a paçoca], é muito importante para a sua reposição durante o percurso”, destaca Claudia.
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Rubens: ato humanitário durante o percurso. Fotos: Diogo Moura e Claudia Garcez |
Vale ressaltar que outros alimentos que fazem a diferença no participante são a banana e a barra de cereal.
Trabalho em Equipe
Uma das maiores características desta ação, certamente é o trabalho em equipe, já que há um grande número de pessoas participantes. E toda força mútua é necessária, como já são citados alguns casos acima, pois em média, são 35 a 40 quilômetros de pedal. A maioria é iniciante, todos estão aprendendo a pedalar juntos, então, há a necessidade de se respeitar os limites de cada um.
Os participantes destacam que todos podem estar muito dispostos durante a pedalada, mas sempre deve se adotar o costume de ir perguntando ao colega ao lado como ele está se sentindo. Então, este espírito de união e companheirismo e fundamental para que tudo aconteça da melhor forma.
Diego Reis
COM/SEES
Sou de Santa Fé e estarei no Final de Semana em Campo Mourão, 12 e 13 de maio, Alguém a fim de explorar uma rota sentido Marilu, ida e volta em torno de 115 km partindo da Chácara Santa Luzia em Piquirivaí. Meu contato: 44 99175-8785.
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